AUTORES DA OBRA
Antonio Aparecido de Carvalho
Carlos Batista
Denise Rocha
Leonardo Birche de Carvalho
Lovani Volmer
Neli Maria Mengalli
Otávio de Oliveira Silva
Pietra Da Ros
Rosemari Lorenz Martins
Os seis capítulos selecionados para a coletânea “Sociolinguística e ensino: diversos olhares, diálogos e análises” revelam a importância de estudos na área da língua e sociedade no Brasil, que tem cerca de 274 línguas nativas (Censo de 2010), bem como vários idiomas de imigração, e que apoia a “Declaração Universal dos Direitos linguísticos’ (1996) e a co-oficialização de onze diferentes línguas em vinte municípios: sete indígenas ou autóctones (nheengatu, tukano, baniwa, macuxi, wapixana, akwê xerente, guarani) e três dialetos ou alóctones: o hunsrückisch e o pomerano (língua alemã) e o talian (língua italiana).
O Decreto nº 7.387, de 9 de dezembro de 2010, instituiu o ‘Inventário Nacional da Diversidade Linguística’ (INDL), para identificação, documentação e valorização das línguas faladas no Brasil.
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AUTORES DA OBRA
Antonio Aparecido de Carvalho
Carlos Batista
Denise Rocha
Leonardo Birche de Carvalho
Lovani Volmer
Neli Maria Mengalli
Otávio de Oliveira Silva
Pietra Da Ros
Rosemari Lorenz Martins

A proposta desta obra é observar, na sua constituição e percurso, os elementos teóricos e conceituais sugeridos no seu título. As produções relacionam DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO e contemplam reflexões teóricas e conceituais, relatos de pesquisas e práticas pedagógicas que utilizam diferentes linguagens para a Democracia, Cidadania e Valores em/na sala de aula, diversidade religiosa e cultural e Direitos Humanos com ressonâncias educacionais. Os capítulos contemplam o pensar a escola como espaço de convivência plural e de cultura política, sua normatização, legislações com reflexos na sociedade. Refletem sobre os princípios pedagógicos e metodológicos que norteiam os DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO nos diferentes espaços educativos para a difusão de uma cultura de justiça, paz e tolerância e para a formação de sujeitos com direitos, bem como discorrer as políticas públicas de educação em direitos humanos para a educação formal e não formal, tendo na escola um espaço privilegiado na construção de uma cultura de respeito aos direitos da pessoa humana.
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Este Caderno de Orientações Didáticas: pensar filosoficamente consiste em um importante guia de condução para a introdução da Filosofia no Ensino Fundamental, o que remete para o conhecimento da proposta de Matthew Lipman no Programa de Filosofia para Crianças. A proposta de Lipman visa a formação educacional dos infantes desde os primeiros anos escolares, assim, se entrecruzam os conceitos de educação e pensar numa proposta de introdução à Filosofia para Crianças, porque o filósofo acreditava que elas podiam e mereciam ter acesso a um pensamento reflexivo e, para tanto, desenvolveu uma metodologia e um currículo específico, assim como, um material didático direcionado à cada faixa etária dos alunos, tornando as suas ideias uma realidade.
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Este livro traz a lume a temática de formação de professores(as) e é resultado de esforços, competências profissionais, estudos (individuais e coletivos), pesquisas acadêmico-científicas, investigações empíricas, inquietações pessoais, relatos de experiências e práticas pedagógicas docentes desenvolvidas por ilustres pesquisadores(as) em Educação e áreas afins, educadores(as), professorandos(as) e professores(as) bacharéis, licenciados(as), tecnólogos(as), especialistas, mestres(as), doutores(as) e pós-doutores(as) brasileiros(as) com ampla experiência profissional na Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) e também no Ensino Superior, junto a cursos de graduação e pós-graduação lato sensu e stricto sensu. A compilação dos primorosos vinte e dois artigos acadêmico-científicos que o engendra apresenta em seu bojo assuntos alusivos à formação de docentes, os quais são abordados de forma analítica e crítico-reflexiva sob diferentes matizes, facetas, nuances e perspectivas; a saber: educação especial inclusiva, formação inicial e continuada/permanente, instituições educacionais de formação professoral, docência em disciplinas escolares específicas, pesquisa científica na prática pedagógica docente, discursos ideológicos, identidade profissional docente, saberes da docência, profissionalização docente, docência na educação a distância, competências da profissão docente, tecnologias educacionais midiáticas, legislações e políticas públicas educacionais, planejamento curricular e relações étnico-raciais. Neste sentido, a obra científica em questão é de cabedal importância, valor inestimável, significado ímpar, leitura relevante e utilização recomendável em todos os cursos de formação inicial e continuada de docentes, podendo servir como rica fonte inspiradora para estudos individuais e coletivos, seminários temáticos, debates, grupos de estudos científicos e realização de novas pesquisas acadêmico-científicas na área educacional. Quiçá que esta belíssima coletânea possa, direta ou indiretamente, contribuir para a ampliação do arcabouço teórico-científico já existente na subárea de formação de professores(as) – agentes calidoscópios da educação –, bem como servir de valioso instrumento para a melhoria qualiquantitativa da educação escolar brasileira, socialização/democratização de conhecimentos científicos e construção de uma sociedade cada vez mais justa, ética, solidária, fraterna e equânime para todas as pessoas; independentemente de classe social, raça, etnia, gênero sexual e/ou crença religiosa. E que seja, de fato, identificada, lida, relida, legitimada, valorizada, divulgada, (re)conhecida e referenciada pelos(as) profissionais da educação em geral. Excelente leitura a todos e todas!
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Esta coletânea objetiva socializar práticas pedagógicas desenvolvidas na educação básica, recorrendo à perspectiva da pedagogia histórico-crítica, em alinhamento às Diretrizes Curriculares Estaduais no âmbito do estado do Paraná que, no entendimento dos autores, foram produzidas num amplo debate junto aos docentes e técnicos pedagógicos, numa outra agenda política e num outro contexto de país. Com o propósito tácito de apresentar práticas pedagógicas que interrogam as estruturas políticas, com o modo de produção e suas forças produtivas, materializadas na contradição entre capital e trabalho, a presente obra tece contribuições para se pensar possibilidades reais de uma formação de ganho crítico-emancipatório para estudantes e profissionais da educação e marca a recusa de uma política que vem na contramão, denominada de Base Nacional Comum Curricular. O verso e reverso das práticas pedagógicas na educação básica apresenta um conjunto de doze artigos que mergulham no cotidiano da escola pública e, através dos relatos de experiências e ensaios teóricos produzidos na forma de trabalho associado entre professores, técnicos pedagógicos e estudantes, tecem uma trama textual analítica das possibilidades e limites da produção de uma escola pública de qualidade social. Para isso, cada artigo, procura interrogar com os eixos da política e da educação.
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Falar de filosofia e defender o seu ensino como forma de construção da emancipação humana se torna necessário e urgente visto que, como acentuava Antonio Gramsci, “tudo é política, também a filosofia ou as filosofias e a única ‘filosofia’ é a história em ato, isto é, a própria vida” (GRAMSCI, 1978, p. 886). A partir da base teórico-metodológica assumida pelo autor, a importância de uma filosofia e de seu ensino no sistema educacional brasileiro pode ser avaliada na medida em que possibilita ao estudante formar um pensamento coerente, autônomo e crítico, criando as possibilidades de formação necessárias para se tomar nas mãos o nosso destino. Esta relação teoria e prática, que se expressa na ação e no comportamento, é a única forma de compreender e superar as nossas contradições históricas.
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