SOBRE A AUTORA
FELISMINA D. T. SILVA
Doutora em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia. Professora na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.
Entre as décadas de 1950 e 1970, a coleção As Mais Belas Histórias, de Lúcia Casasanta, destacou-se nas escolas primárias de Minas Gerais, tornando-se referência na alfabetização. Recomendada pela Secretaria de Educação e baseada no método global de contos, foi mais que um material didático: expressou valores de modernização, nacionalismo e formação do cidadão ideal, revelando concepções de gênero e projetos de sociedade. Suas narrativas mobilizam ideais de modernização, nacionalismo e formação do povo brasileiro ao mesmo tempo em que revelam concepções específicas sobre os papéis de meninos e meninas na construção de um Brasil considerado moderno.
SOBRE A AUTORA
FELISMINA D. T. SILVA
Doutora em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia. Professora na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Esta coletânea é composta de vinte e um primorosos artigos acadêmico-científicos abordando de forma crítico–reflexiva a temática de formação de professores(as) sob diferentes ângulos e perspectivas, quais sejam: educação a distância, formação continuada, tecnologias midiáticas de informação e comunicação, fundamentos teórico-práticos, processo ensino-aprendizagem, docência no contexto da pandemia de Coronavírus (COVID-19), capacitação docente, atendimento educacional especializado, metodologias ativas de ensino e aprendizagem, conteúdos curriculares, mediação pedagógica, práticas pedagógicas docentes, políticas públicas educacionais, representações sociais, paradigmas pedagógicos da docência e saberes docentes. Os assuntos trazidos a lume são oriundos de uma seleta compilação de estudos e investigações acadêmico-científicas, pesquisas de campo, inquietações pessoais e profissionais, práticas pedagógicas e relatos de experiências docentes realizados por renomados(as) professores(as) bacharéis, tecnólogos(as), licenciados(as), especialistas, mestres(as), doutores(as) e pós-doutores(as) pesquisadores(as) do campo educacional e de áreas afins, cujo objetivo primordial é fazer uma espécie de devolutiva social acerca de suas produções científicas e socializar/democratizar os conhecimentos científicos, tendo em vista a melhoria da qualidade da Educação no Brasil, a ampliação do arcabouço teórico concernente à formação de docentes, o avanço tecnológico e o progresso social em sentido amplo. Trata-se, pois, de uma obra científica de valor incalculável, leitura relevante e utilização recomendável em todos os cursos de formação inicial e continuada de professores(as), podendo servir como rica fonte de estudos (individuais e coletivos), debates, seminários temáticos, análises crítico-reflexivas e recurso didático-pedagógico para o desenvolvimento de futuras pesquisas acadêmico-científicas sobre formação docente em suas múltiplas matizes. Que este belíssimo livro possa, de modo direto ou indireto, contribuir para o alcance promissor de tais propósitos idealizados. E seja identificado, lido, relido, divulgado, (re)conhecido e referenciado. Ótima leitura a todos e todas!
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A proposta desta obra é observar, na sua constituição e percurso, os elementos teóricos e conceituais sugeridos no seu título. As produções relacionam DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO e contemplam reflexões teóricas e conceituais, relatos de pesquisas e práticas pedagógicas que utilizam diferentes linguagens para a Democracia, Cidadania e Valores em/na sala de aula, diversidade religiosa e cultural e Direitos Humanos com ressonâncias educacionais. Os capítulos contemplam o pensar a escola como espaço de convivência plural e de cultura política, sua normatização, legislações com reflexos na sociedade. Refletem sobre os princípios pedagógicos e metodológicos que norteiam os DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO nos diferentes espaços educativos para a difusão de uma cultura de justiça, paz e tolerância e para a formação de sujeitos com direitos, bem como discorrer as políticas públicas de educação em direitos humanos para a educação formal e não formal, tendo na escola um espaço privilegiado na construção de uma cultura de respeito aos direitos da pessoa humana.
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A obra EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE COVID-19 nos apresenta importantes reflexões sobre os novos desafios que estávamos protelando sobre uma educação a distância ou sobre o uso das tecnologias dentro de sala de aula como recursos pedagógicos. A pandemia ao mesmo tempo que nos mergulha num isolamento, nos abre um leque de novas possibilidades para se pensar a educação na contemporaneidade. É também um momento propício para se pensar a solidariedade e a amizade. Se não bastassem as dificuldades enfrentadas em sala de aula presencial, agora as famílias e alunos em geral precisaram se adaptar às novas metodologias, recursos tecnológicos e os problemas que seu uso, ou falta, lhes impõe. As tecnologias que anteriormente eram “mal” vistas dentro do ambiente acadêmico por alguns professores, pois dispersavam os alunos, agora é a forma que a maioria utiliza para se comunicar, ou seja, as relações educacionais mudaram radicalmente e todos, sem exceção, também precisaram se atualizar. Mas infelizmente essa atualização não está ao alcance de todos. Assim, nesta obra encontraremos em cada capítulo, desenvolvidos por seus respectivos autores excelentes reflexões sociais, políticas, econômicas e educacionais acerca do Covid-19. É um legado de aprendizado que deixamos para a posteridade e esperamos que em breve todas estas problemáticas estejam dirimidas para o bem de todos nós. Somente assim, com este espírito de amizade conseguiremos superar o animale diabólicus, ou seja, superar as dificuldades a partir das relações de colaboração mútua.
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A obra EDUCAÇÃO DIGITAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS – Volume II apresenta que, a exemplo da metáfora do filósofo alemão Nietzsche, temos a possibilidade de escolher ser somente o Viajante, como aquele ou aquela que busca o conhecimento definido, pronto e acabado. Em outras palavras, é aquele ou aquela que já tem uma meta estabelecida, padronizada. Ou, irmos mais além, nos desafiarmos, a ser o Andarilho do conhecimento, aquele que nas palavras de Nietzsche: é o sem cidade, sem pátria, o andarilho é aquele que desaprendeu a amar seu povo, porque ele quer amar muitos povos. Acredito que o leitor nesta obra, poderá assumir sim, a condição do Andarilho e se permitir refletir sobre aquilo que não nos é habitual, corriqueiro ou comum. Mas, necessário, e urgente na educação digital, as práticas pedagógicas. Os autores dos capítulos se desafiaram a ser Andarilhos, e você caro ou cara leitor ou leitora, pretende ser Viajante ou Andarilho?
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O texto que se torna público, trata de uma reflexão a respeito da inclusão das tecnologias na elaboração de práticas pedagógicas mais desejantes e que os estudantes se sintam acolhidos (as) em seus espaços educativos. Neste estudo traduziu-se o objetivo no investigar a construção da práxis pedagógica com uso das TICS no processo de ensino-aprendizagem a partir de uma perspectiva humana. Trata-se de um estudo, cujo delineamento metodológico, é a pesquisa bibliográfica e a pesquisa de campo.
Disso resultaram três constatações: I) a inclusão das tecnologias na elaboração das práticas pedagógicas II) as preocupações dos professores na preparação das aulas III) as fragilidades de uma formação humana que inclua as tecnologias como condição educativa em sala de aula. Ante o exposto, conclui-se a urgência de aberturas dos espaços educativos para uma efetiva e desejante acolhida nos processos de humanização do uso das tecnologias em sala de aula.
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