SOBRE A AUTORA
FELISMINA D. T. SILVA
Doutora em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia. Professora na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.
Entre as décadas de 1950 e 1970, a coleção As Mais Belas Histórias, de Lúcia Casasanta, destacou-se nas escolas primárias de Minas Gerais, tornando-se referência na alfabetização. Recomendada pela Secretaria de Educação e baseada no método global de contos, foi mais que um material didático: expressou valores de modernização, nacionalismo e formação do cidadão ideal, revelando concepções de gênero e projetos de sociedade. Suas narrativas mobilizam ideais de modernização, nacionalismo e formação do povo brasileiro ao mesmo tempo em que revelam concepções específicas sobre os papéis de meninos e meninas na construção de um Brasil considerado moderno.
SOBRE A AUTORA
FELISMINA D. T. SILVA
Doutora em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia. Professora na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Nomofobia. Um termo pouco conhecido, mesmo entre os adeptos do uso das tecnologias digitais, que cada vez mais parece tomar conta na nossa vida cotidiana. Caracterizada pelo uso exacerbado e dependendo das tecnologias digitais, não é difícil identificar atualmente pessoas com tal fobia. Eis o tamanho do desafio para pais, educadores e toda a sociedade. Por outro lado, não se pode ignorar o alerta da presente obra. Aquilo que pode ser uma grande ferramenta mediadora para o processo educacional pode transformar-se em impedimento da aprendizagem, na medida em que seu uso requer reflexão crítica e ética nas práticas sociais, incluindo as escolares.
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A obra EDUCAÇÃO DIGITAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS – Volume II apresenta que, a exemplo da metáfora do filósofo alemão Nietzsche, temos a possibilidade de escolher ser somente o Viajante, como aquele ou aquela que busca o conhecimento definido, pronto e acabado. Em outras palavras, é aquele ou aquela que já tem uma meta estabelecida, padronizada. Ou, irmos mais além, nos desafiarmos, a ser o Andarilho do conhecimento, aquele que nas palavras de Nietzsche: é o sem cidade, sem pátria, o andarilho é aquele que desaprendeu a amar seu povo, porque ele quer amar muitos povos. Acredito que o leitor nesta obra, poderá assumir sim, a condição do Andarilho e se permitir refletir sobre aquilo que não nos é habitual, corriqueiro ou comum. Mas, necessário, e urgente na educação digital, as práticas pedagógicas. Os autores dos capítulos se desafiaram a ser Andarilhos, e você caro ou cara leitor ou leitora, pretende ser Viajante ou Andarilho?
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O livro “Formação inicial e continuada de professores: políticas e desafios” reúne uma série de textos escritos por pesquisadores de diversas instituições de ensino superior – públicas e privadas, cujo objetivo é discutir a formação inicial e continuada de professores, a partir das políticas educacionais brasileiras que, por hora, representam um grande desafio para a melhoria da qualidade da educação básica. A formação inicial ocorre nos cursos de licenciatura em diversas áreas, mas, de acordo com os estudos aqui apresentados, por mais que as instituições de ensino superior vêm aperfeiçoando os currículos e os processos formativos, trata-se de um processo que exige continuidade ao longo da vida profissional do docente, por meio da formação continuada que ocorre em diferentes momentos e espaços.
Embora, somente a formação inicial e continuada não garantam a resolução dos problemas educacionais que existem no contexto brasileiro, muitos ações, como as apresentadas no conjunto de textos desse livro, têm feito a diferença nos processos formativos de professores e, por isso, apresenta-las, contribui para leituras e modelos de trabalho tanto para estudantes como para profissionais já graduados que buscam pelo aperfeiçoamento e outras aprendizagens para o desenvolvimento profissional, de forma a melhorar seus processos formativos, melhor compreender as políticas educacionais, assim como a importância da formação nos níveis teórico e prático.
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A obra EDUCAÇÃO DIGITAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS – Volume I apresenta como lidamos com máquinas o tempo todo, já não precisamos mais pegar fila em banco ou ligar para pedir comida, muito menos buscá-la, como era mais comum; enviar pelo correio um trabalho ou documento assinado, tudo isso já pode ser considerado comportamentos de nossa história e, em pouco tempo, muitos não acreditarão que era assim que acontecia. Essa nova forma de viver está batendo em nossa porta, em algum momento teremos que abri-la e será, a tecnologia, um novo hóspede que não conseguiremos nos livrar tão cedo. Por isso a importância desta obra e todos os textos que a compõe. Estas reflexões aqui contidas são para muitos de nós, esses novos hóspedes que sequer esperávamos e que agora precisamos adaptar nossa casa para mantê-los conosco ou simplesmente conhecê-los.
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A proposta desta obra é observar, na constituição e no percurso educacional, elementos teóricos e conceituais para a compreensão, pelos professores e estudantes, da presença e da incorporação das novas linguagens digitais no ambiente escolar, estabelecendo-se, a partir da cultura digital, uma nova relação pedagógica como a constituição do espaço no processo de aprendizado diferente. Nesse contexto, os capítulos desta obra relacionam CULTURA DIGITAL às práticas pedagógicas nas diversas áreas do conhecimento ao apresentar o espaço virtual para a divulgação do conhecimento e da informação no processo de aprendizagem. Relacionar as novas formas de ensino e aprendizagem na cultura digital desperta nos sujeitos o desejo em aprender e de produzir novos saberes de forma inovadora.
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