AUTORES DA OBRA
Anderson Lino
Everaldo dos Santos Mendes
Géssica Marques Moraes
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa
Porfírio Pinto
Rogério Makino
Uma cultura de guerra urbana justificada em nome de Deus. Diante das guerras religiosas surgem questionamentos acerca da experiência do homem e Deus, sobretudo, acerca dos frutos dessa relação. O Divino é a paz, a tolerância, a concórdia, etc. Sendo assim, não seria importante reeducar o homem religioso? Mas, educar para quê?
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AUTORES DA OBRA
Anderson Lino
Everaldo dos Santos Mendes
Géssica Marques Moraes
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa
Porfírio Pinto
Rogério Makino

Esta coletânea objetiva socializar práticas pedagógicas desenvolvidas na educação básica, recorrendo à perspectiva da pedagogia histórico-crítica, em alinhamento às Diretrizes Curriculares Estaduais no âmbito do estado do Paraná que, no entendimento dos autores, foram produzidas num amplo debate junto aos docentes e técnicos pedagógicos, numa outra agenda política e num outro contexto de país. Com o propósito tácito de apresentar práticas pedagógicas que interrogam as estruturas políticas, com o modo de produção e suas forças produtivas, materializadas na contradição entre capital e trabalho, a presente obra tece contribuições para se pensar possibilidades reais de uma formação de ganho crítico-emancipatório para estudantes e profissionais da educação e marca a recusa de uma política que vem na contramão, denominada de Base Nacional Comum Curricular. O verso e reverso das práticas pedagógicas na educação básica apresenta um conjunto de doze artigos que mergulham no cotidiano da escola pública e, através dos relatos de experiências e ensaios teóricos produzidos na forma de trabalho associado entre professores, técnicos pedagógicos e estudantes, tecem uma trama textual analítica das possibilidades e limites da produção de uma escola pública de qualidade social. Para isso, cada artigo, procura interrogar com os eixos da política e da educação.
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Falar de filosofia e defender o seu ensino como forma de construção da emancipação humana se torna necessário e urgente visto que, como acentuava Antonio Gramsci, “tudo é política, também a filosofia ou as filosofias e a única ‘filosofia’ é a história em ato, isto é, a própria vida” (GRAMSCI, 1978, p. 886). A partir da base teórico-metodológica assumida pelo autor, a importância de uma filosofia e de seu ensino no sistema educacional brasileiro pode ser avaliada na medida em que possibilita ao estudante formar um pensamento coerente, autônomo e crítico, criando as possibilidades de formação necessárias para se tomar nas mãos o nosso destino. Esta relação teoria e prática, que se expressa na ação e no comportamento, é a única forma de compreender e superar as nossas contradições históricas.
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Este Caderno de Orientações Didáticas: pensar filosoficamente consiste em um importante guia de condução para a introdução da Filosofia no Ensino Fundamental, o que remete para o conhecimento da proposta de Matthew Lipman no Programa de Filosofia para Crianças. A proposta de Lipman visa a formação educacional dos infantes desde os primeiros anos escolares, assim, se entrecruzam os conceitos de educação e pensar numa proposta de introdução à Filosofia para Crianças, porque o filósofo acreditava que elas podiam e mereciam ter acesso a um pensamento reflexivo e, para tanto, desenvolveu uma metodologia e um currículo específico, assim como, um material didático direcionado à cada faixa etária dos alunos, tornando as suas ideias uma realidade.
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A obra EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE COVID-19 nos apresenta importantes reflexões sobre os novos desafios que estávamos protelando sobre uma educação a distância ou sobre o uso das tecnologias dentro de sala de aula como recursos pedagógicos. A pandemia ao mesmo tempo que nos mergulha num isolamento, nos abre um leque de novas possibilidades para se pensar a educação na contemporaneidade. É também um momento propício para se pensar a solidariedade e a amizade. Se não bastassem as dificuldades enfrentadas em sala de aula presencial, agora as famílias e alunos em geral precisaram se adaptar às novas metodologias, recursos tecnológicos e os problemas que seu uso, ou falta, lhes impõe. As tecnologias que anteriormente eram “mal” vistas dentro do ambiente acadêmico por alguns professores, pois dispersavam os alunos, agora é a forma que a maioria utiliza para se comunicar, ou seja, as relações educacionais mudaram radicalmente e todos, sem exceção, também precisaram se atualizar. Mas infelizmente essa atualização não está ao alcance de todos. Assim, nesta obra encontraremos em cada capítulo, desenvolvidos por seus respectivos autores excelentes reflexões sociais, políticas, econômicas e educacionais acerca do Covid-19. É um legado de aprendizado que deixamos para a posteridade e esperamos que em breve todas estas problemáticas estejam dirimidas para o bem de todos nós. Somente assim, com este espírito de amizade conseguiremos superar o animale diabólicus, ou seja, superar as dificuldades a partir das relações de colaboração mútua.
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A proposta desta obra é observar, na sua constituição e percurso, os elementos teóricos e conceituais sugeridos no seu título. As produções relacionam DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO e contemplam reflexões teóricas e conceituais, relatos de pesquisas e práticas pedagógicas que utilizam diferentes linguagens para a Democracia, Cidadania e Valores em/na sala de aula, diversidade religiosa e cultural e Direitos Humanos com ressonâncias educacionais. Os capítulos contemplam o pensar a escola como espaço de convivência plural e de cultura política, sua normatização, legislações com reflexos na sociedade. Refletem sobre os princípios pedagógicos e metodológicos que norteiam os DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO nos diferentes espaços educativos para a difusão de uma cultura de justiça, paz e tolerância e para a formação de sujeitos com direitos, bem como discorrer as políticas públicas de educação em direitos humanos para a educação formal e não formal, tendo na escola um espaço privilegiado na construção de uma cultura de respeito aos direitos da pessoa humana.
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