AUTORES DA OBRA
Anderson Lino
Everaldo dos Santos Mendes
Géssica Marques Moraes
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa
Porfírio Pinto
Rogério Makino
Uma cultura de guerra urbana justificada em nome de Deus. Diante das guerras religiosas surgem questionamentos acerca da experiência do homem e Deus, sobretudo, acerca dos frutos dessa relação. O Divino é a paz, a tolerância, a concórdia, etc. Sendo assim, não seria importante reeducar o homem religioso? Mas, educar para quê?
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AUTORES DA OBRA
Anderson Lino
Everaldo dos Santos Mendes
Géssica Marques Moraes
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa
Porfírio Pinto
Rogério Makino

A obra EDUCAÇÃO DIGITAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS – Volume I apresenta como lidamos com máquinas o tempo todo, já não precisamos mais pegar fila em banco ou ligar para pedir comida, muito menos buscá-la, como era mais comum; enviar pelo correio um trabalho ou documento assinado, tudo isso já pode ser considerado comportamentos de nossa história e, em pouco tempo, muitos não acreditarão que era assim que acontecia. Essa nova forma de viver está batendo em nossa porta, em algum momento teremos que abri-la e será, a tecnologia, um novo hóspede que não conseguiremos nos livrar tão cedo. Por isso a importância desta obra e todos os textos que a compõe. Estas reflexões aqui contidas são para muitos de nós, esses novos hóspedes que sequer esperávamos e que agora precisamos adaptar nossa casa para mantê-los conosco ou simplesmente conhecê-los.
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O livro intitulado FILOSOFIA AFRICANA: Desafios e Perspectivas Atuais tende a apresentar a multiplicidade de abordagens que envolve a filosofia africana. Ela contribui com múltiplos enfoques e foi muito bem representada no texto em questão. Assim, considerando os diversos temas nela presentes, para o tema tratado, há múltiplas abordagens sobre tal conteúdo. Portanto, tal texto objetiva ser algo que seja uma forma do leitor refletir sobre tal saber, fazendo um embate filosófico frutífero ao nível de argumentação e conclusão bem fundamentada sobre os temas em questão.
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A proposta desta obra é observar, na sua constituição e percurso, os elementos teóricos e conceituais sugeridos no seu título. As produções relacionam DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO e contemplam reflexões teóricas e conceituais, relatos de pesquisas e práticas pedagógicas que utilizam diferentes linguagens para a Democracia, Cidadania e Valores em/na sala de aula, diversidade religiosa e cultural e Direitos Humanos com ressonâncias educacionais. Os capítulos contemplam o pensar a escola como espaço de convivência plural e de cultura política, sua normatização, legislações com reflexos na sociedade. Refletem sobre os princípios pedagógicos e metodológicos que norteiam os DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO nos diferentes espaços educativos para a difusão de uma cultura de justiça, paz e tolerância e para a formação de sujeitos com direitos, bem como discorrer as políticas públicas de educação em direitos humanos para a educação formal e não formal, tendo na escola um espaço privilegiado na construção de uma cultura de respeito aos direitos da pessoa humana.
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No atual contexto socioeduacional, no qual ensinamos uma geração de educandos tecnológicos, bem como que fora dos muros da escola é cobrado que os sujeitos saibam utilizar os recursos tecnológicos em diferentes situações interacionais, torna-se necessário que a prática de produção textual em sala de aula, presencial e/ou virtual, aconteça em ambientes reais de utilização. Este livro tem por finalidade fornecer encaminhamentos para o ensino de produção de texto com a utilização de ferramentas tecnológicas: ambientes online para construção colaborativa, uso de mapas mentais/conceituais para a organização pré-textual e a produção textual em plataformas digitais.

Essa obra reúne onze artigos de pesquisadores/as de variadas regiões do Brasil e trata do tema “ENTRE CURRÍCULOS: sujeitos e subjetividades contemporâneas”. Os textos que compõem a obra refletem a multiplicidade de processos de subjetivação que somos submetidos em nossos cotidianos e os processos de exclusão e/ou de dominação que nos roubam algumas possibilidades de ser e de pensar. Ainda, indicam outras possibilidades de subjetivação, ancoradas no currículo escolar e nos processos de resistência.

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