AUTORES DA OBRA
Anderson Lino
Everaldo dos Santos Mendes
Géssica Marques Moraes
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa
Porfírio Pinto
Rogério Makino
Uma cultura de guerra urbana justificada em nome de Deus. Diante das guerras religiosas surgem questionamentos acerca da experiência do homem e Deus, sobretudo, acerca dos frutos dessa relação. O Divino é a paz, a tolerância, a concórdia, etc. Sendo assim, não seria importante reeducar o homem religioso? Mas, educar para quê?
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AUTORES DA OBRA
Anderson Lino
Everaldo dos Santos Mendes
Géssica Marques Moraes
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa
Porfírio Pinto
Rogério Makino

A proposta desta obra é observar, na sua constituição e percurso, os elementos teóricos e conceituais sugeridos no seu título. As produções relacionam DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO e contemplam reflexões teóricas e conceituais, relatos de pesquisas e práticas pedagógicas que utilizam diferentes linguagens para a Democracia, Cidadania e Valores em/na sala de aula, diversidade religiosa e cultural e Direitos Humanos com ressonâncias educacionais. Os capítulos contemplam o pensar a escola como espaço de convivência plural e de cultura política, sua normatização, legislações com reflexos na sociedade. Refletem sobre os princípios pedagógicos e metodológicos que norteiam os DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO nos diferentes espaços educativos para a difusão de uma cultura de justiça, paz e tolerância e para a formação de sujeitos com direitos, bem como discorrer as políticas públicas de educação em direitos humanos para a educação formal e não formal, tendo na escola um espaço privilegiado na construção de uma cultura de respeito aos direitos da pessoa humana.
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Trabalho Docente e Cotidiano Escolar se coloca na esteira dos estudos no campo crítico da educação. Interroga, do ponto de fala do professor, as políticas que se colocaram nos últimos anos para a educação básica, em particular, na esfera pública e que tem determinado o seu cotidiano. O autor buscou investigar o trabalho docente no cotidiano da escola pública na percepção do professor. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa com utilização de técnicas de entrevistas estruturadas e de grupo focal junto a professores que trabalham no Ensino Médio, numa escola de educação básica. A pesquisa evidenciou que as condições estruturais que o Estado tem ofertado nos últimos vinte anos, de ordem física (espaço da escola, tecnologias, burocracias, falta de recursos etc), intelectual (programa de formação continuada) e funcional (planos de cargos, salário e carreiras), interferem acentuadamente na qualidade social do ensino em sala de aula e na qualidade de vida dos docentes. A pesquisa ainda explicita que, diante de condições tão precárias como as que estão alojadas na escola e no entorno social, a docência acaba desenvolvendo fatores de hierarquização, homogeneização e fragmentação, contradizendo a oficialização dos discursos postos na arena da política de uma qualidade educacional sob a égide da pedagogia do aprender a aprender. É uma obra que concorre para desconstruir os discursos que se alojam na perspectiva do protagonismo e engajamento docente tão em voga atualmente.
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Nomofobia. Um termo pouco conhecido, mesmo entre os adeptos do uso das tecnologias digitais, que cada vez mais parece tomar conta na nossa vida cotidiana. Caracterizada pelo uso exacerbado e dependendo das tecnologias digitais, não é difícil identificar atualmente pessoas com tal fobia. Eis o tamanho do desafio para pais, educadores e toda a sociedade. Por outro lado, não se pode ignorar o alerta da presente obra. Aquilo que pode ser uma grande ferramenta mediadora para o processo educacional pode transformar-se em impedimento da aprendizagem, na medida em que seu uso requer reflexão crítica e ética nas práticas sociais, incluindo as escolares.
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A coletânea ENSINO DE FILOSOFIA: PESQUISAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS DIFERENTES LINGUAGENS E ESPAÇOS apresenta resultados de pesquisas e práticas pedagógicas bem como alguns fundamentos teóricos e conceituais presentes no Ensino de Filosofia no Brasil. Com a organização e publicação desta coletânea ocorre uma contribuição para o registro e a divulgação das pesquisas e práticas no Ensino de Filosofia, ao mesmo tempo que reafirma-se o compromisso, como docentes e pesquisadores, em continuar militando política e academicamente para a permanência da Filosofia como disciplina na educação básica e no ensino superior no Brasil, com a certeza de que essa permanência precisa ocorrer com qualidade filosófica e formativa para os sujeitos da aprendizagem no cotidiano escolar.
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Este livro traz a lume a temática de formação de professores(as) e é resultado de esforços, competências profissionais, estudos (individuais e coletivos), pesquisas acadêmico-científicas, investigações empíricas, inquietações pessoais, relatos de experiências e práticas pedagógicas docentes desenvolvidas por ilustres pesquisadores(as) em Educação e áreas afins, educadores(as), professorandos(as) e professores(as) bacharéis, licenciados(as), tecnólogos(as), especialistas, mestres(as), doutores(as) e pós-doutores(as) brasileiros(as) com ampla experiência profissional na Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) e também no Ensino Superior, junto a cursos de graduação e pós-graduação lato sensu e stricto sensu. A compilação dos primorosos vinte e dois artigos acadêmico-científicos que o engendra apresenta em seu bojo assuntos alusivos à formação de docentes, os quais são abordados de forma analítica e crítico-reflexiva sob diferentes matizes, facetas, nuances e perspectivas; a saber: educação especial inclusiva, formação inicial e continuada/permanente, instituições educacionais de formação professoral, docência em disciplinas escolares específicas, pesquisa científica na prática pedagógica docente, discursos ideológicos, identidade profissional docente, saberes da docência, profissionalização docente, docência na educação a distância, competências da profissão docente, tecnologias educacionais midiáticas, legislações e políticas públicas educacionais, planejamento curricular e relações étnico-raciais. Neste sentido, a obra científica em questão é de cabedal importância, valor inestimável, significado ímpar, leitura relevante e utilização recomendável em todos os cursos de formação inicial e continuada de docentes, podendo servir como rica fonte inspiradora para estudos individuais e coletivos, seminários temáticos, debates, grupos de estudos científicos e realização de novas pesquisas acadêmico-científicas na área educacional. Quiçá que esta belíssima coletânea possa, direta ou indiretamente, contribuir para a ampliação do arcabouço teórico-científico já existente na subárea de formação de professores(as) – agentes calidoscópios da educação –, bem como servir de valioso instrumento para a melhoria qualiquantitativa da educação escolar brasileira, socialização/democratização de conhecimentos científicos e construção de uma sociedade cada vez mais justa, ética, solidária, fraterna e equânime para todas as pessoas; independentemente de classe social, raça, etnia, gênero sexual e/ou crença religiosa. E que seja, de fato, identificada, lida, relida, legitimada, valorizada, divulgada, (re)conhecida e referenciada pelos(as) profissionais da educação em geral. Excelente leitura a todos e todas!
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