AUTORES DA OBRA
Amanda Agda Gutierrez
Ana Maria Abrahão dos Santos Oliveira
Cesar de Alencar
Cíntia de Vito Zollner
Denise Rocha
Ítalo Lima de Moura
Murilo Chaves Vilarinho
Quelmo da Silva Lins
Esse livro “Cem anos de João Cabral de Melo Neto (1920-1999): Cidadão do mundo e artesão da palavra”, que celebra o homem, o pai e o escritor, contém seis capítulos que abordam várias facetas do ser humano, vinculado à natureza, ao campo, à urbe, à cultura e à tradição do Brasil e do mundo, revelando o universalismo de sua obra.
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AUTORES DA OBRA
Amanda Agda Gutierrez
Ana Maria Abrahão dos Santos Oliveira
Cesar de Alencar
Cíntia de Vito Zollner
Denise Rocha
Ítalo Lima de Moura
Murilo Chaves Vilarinho
Quelmo da Silva Lins

A proposta do Volume II também é observar, na constituição e no percurso educacional, elementos teóricos e conceituais para a compreensão, pelos professores e estudantes, da presença e da incorporação das novas linguagens digitais no ambiente escolar, estabelecendo-se, a partir da cultura digital, uma nova relação pedagógica como a constituição do espaço no processo de aprendizado diferente. Nesse contexto, os capítulos desta obra relacionam CULTURA DIGITAL às práticas pedagógicas nas diversas áreas do conhecimento ao apresentar o espaço virtual para a divulgação do conhecimento e da informação no processo de aprendizagem. Relacionar as novas formas de ensino e aprendizagem na cultura digital desperta nos sujeitos o desejo em aprender e de produzir novos saberes de forma inovadora.
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A coletânea ENSINO DE FILOSOFIA: PESQUISAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS DIFERENTES LINGUAGENS E ESPAÇOS apresenta resultados de pesquisas e práticas pedagógicas bem como alguns fundamentos teóricos e conceituais presentes no Ensino de Filosofia no Brasil. Com a organização e publicação desta coletânea ocorre uma contribuição para o registro e a divulgação das pesquisas e práticas no Ensino de Filosofia, ao mesmo tempo que reafirma-se o compromisso, como docentes e pesquisadores, em continuar militando política e academicamente para a permanência da Filosofia como disciplina na educação básica e no ensino superior no Brasil, com a certeza de que essa permanência precisa ocorrer com qualidade filosófica e formativa para os sujeitos da aprendizagem no cotidiano escolar.
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A obra EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE COVID-19 é a tentativa de desenvolver uma leitura no coletivo a respeito do fenômeno da pandemia e os seus impactos nos contextos educativos. Tendo inspiração em duas narrativas do filósofo Walter Benjamim, tais narrativas se caracterizavam como histórias de marinheiros e histórias de camponeses, as primeiras histórias tratavam de feitos bizarros, grandiosos, misteriosos, quase inacreditáveis, ocorridos em lugares longínquos, sempre distantes […]. Já as histórias de camponeses, ocorriam como fatos próximos, familiares, dos nossos cotidianos. Tais tipos de narrativas nos aproximam da problemática construída nos diversos capítulos da obra, porque se propõem pensar sobre os aspectos humanos e sociais de realidades diferentes do Brasil e de outros países, e a perspectivar que tipo de sociedade desejamos ou teremos após essa pandemia do Covid19, ora isto não trata-se de histórias de marinheiros, mas sim de histórias de camponeses, pois os autores dos capítulos trazem as mais profundas preocupações e reflexões acerca da dimensão humana e do viver ético.
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Essa obra reúne onze artigos de pesquisadores/as de variadas regiões do Brasil e trata do tema “ENTRE CURRÍCULOS: sujeitos e subjetividades contemporâneas”. Os textos que compõem a obra refletem a multiplicidade de processos de subjetivação que somos submetidos em nossos cotidianos e os processos de exclusão e/ou de dominação que nos roubam algumas possibilidades de ser e de pensar. Ainda, indicam outras possibilidades de subjetivação, ancoradas no currículo escolar e nos processos de resistência.

A obra EDUCAÇÃO DIGITAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS – Volume II apresenta que, a exemplo da metáfora do filósofo alemão Nietzsche, temos a possibilidade de escolher ser somente o Viajante, como aquele ou aquela que busca o conhecimento definido, pronto e acabado. Em outras palavras, é aquele ou aquela que já tem uma meta estabelecida, padronizada. Ou, irmos mais além, nos desafiarmos, a ser o Andarilho do conhecimento, aquele que nas palavras de Nietzsche: é o sem cidade, sem pátria, o andarilho é aquele que desaprendeu a amar seu povo, porque ele quer amar muitos povos. Acredito que o leitor nesta obra, poderá assumir sim, a condição do Andarilho e se permitir refletir sobre aquilo que não nos é habitual, corriqueiro ou comum. Mas, necessário, e urgente na educação digital, as práticas pedagógicas. Os autores dos capítulos se desafiaram a ser Andarilhos, e você caro ou cara leitor ou leitora, pretende ser Viajante ou Andarilho?
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