AUTORES DA OBRA
Anderson Bosco
Claudia Bianchi Progetti
Ivaldo Moreira
Jorge Luis da Hora Jesus
Luís Fernando Ferreira de Araújo
Robson A. Santos
Rodrigo Matiskei
Tereza Elisabete Imperiale
O ensino remoto, necessariamente, pela sua construção já utiliza ferramentas que estão inseridas para que o aluno não esteja somente na web, mas que permaneça conectado para sua aprendizagem. Para que assim executem tarefas e formulem seus questionamentos e sua própria visão crítica. Entendemos que ao aplicar um sistema remoto de ensino durante uma pandemia e com isso inserir alunos neste processo requer uma ampla e necessária contribuição de ambas as partes, portanto, deve-se treinar e desenvolver todos os setores da aprendizagem.
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AUTORES DA OBRA
Anderson Bosco
Claudia Bianchi Progetti
Ivaldo Moreira
Jorge Luis da Hora Jesus
Luís Fernando Ferreira de Araújo
Robson A. Santos
Rodrigo Matiskei
Tereza Elisabete Imperiale

Falar de filosofia e defender o seu ensino como forma de construção da emancipação humana se torna necessário e urgente visto que, como acentuava Antonio Gramsci, “tudo é política, também a filosofia ou as filosofias e a única ‘filosofia’ é a história em ato, isto é, a própria vida” (GRAMSCI, 1978, p. 886). A partir da base teórico-metodológica assumida pelo autor, a importância de uma filosofia e de seu ensino no sistema educacional brasileiro pode ser avaliada na medida em que possibilita ao estudante formar um pensamento coerente, autônomo e crítico, criando as possibilidades de formação necessárias para se tomar nas mãos o nosso destino. Esta relação teoria e prática, que se expressa na ação e no comportamento, é a única forma de compreender e superar as nossas contradições históricas.
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Essa obra reúne onze artigos de pesquisadores/as de variadas regiões do Brasil e trata do tema “ENTRE CURRÍCULOS: sujeitos e subjetividades contemporâneas”. Os textos que compõem a obra refletem a multiplicidade de processos de subjetivação que somos submetidos em nossos cotidianos e os processos de exclusão e/ou de dominação que nos roubam algumas possibilidades de ser e de pensar. Ainda, indicam outras possibilidades de subjetivação, ancoradas no currículo escolar e nos processos de resistência.

Este livro traz a lume a temática de formação de professores(as) e é resultado de esforços, competências profissionais, estudos (individuais e coletivos), pesquisas acadêmico-científicas, investigações empíricas, inquietações pessoais, relatos de experiências e práticas pedagógicas docentes desenvolvidas por ilustres pesquisadores(as) em Educação e áreas afins, educadores(as), professorandos(as) e professores(as) bacharéis, licenciados(as), tecnólogos(as), especialistas, mestres(as), doutores(as) e pós-doutores(as) brasileiros(as) com ampla experiência profissional na Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) e também no Ensino Superior, junto a cursos de graduação e pós-graduação lato sensu e stricto sensu. A compilação dos primorosos vinte e dois artigos acadêmico-científicos que o engendra apresenta em seu bojo assuntos alusivos à formação de docentes, os quais são abordados de forma analítica e crítico-reflexiva sob diferentes matizes, facetas, nuances e perspectivas; a saber: educação especial inclusiva, formação inicial e continuada/permanente, instituições educacionais de formação professoral, docência em disciplinas escolares específicas, pesquisa científica na prática pedagógica docente, discursos ideológicos, identidade profissional docente, saberes da docência, profissionalização docente, docência na educação a distância, competências da profissão docente, tecnologias educacionais midiáticas, legislações e políticas públicas educacionais, planejamento curricular e relações étnico-raciais. Neste sentido, a obra científica em questão é de cabedal importância, valor inestimável, significado ímpar, leitura relevante e utilização recomendável em todos os cursos de formação inicial e continuada de docentes, podendo servir como rica fonte inspiradora para estudos individuais e coletivos, seminários temáticos, debates, grupos de estudos científicos e realização de novas pesquisas acadêmico-científicas na área educacional. Quiçá que esta belíssima coletânea possa, direta ou indiretamente, contribuir para a ampliação do arcabouço teórico-científico já existente na subárea de formação de professores(as) – agentes calidoscópios da educação –, bem como servir de valioso instrumento para a melhoria qualiquantitativa da educação escolar brasileira, socialização/democratização de conhecimentos científicos e construção de uma sociedade cada vez mais justa, ética, solidária, fraterna e equânime para todas as pessoas; independentemente de classe social, raça, etnia, gênero sexual e/ou crença religiosa. E que seja, de fato, identificada, lida, relida, legitimada, valorizada, divulgada, (re)conhecida e referenciada pelos(as) profissionais da educação em geral. Excelente leitura a todos e todas!
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Este Caderno de Orientações Didáticas: pensar filosoficamente consiste em um importante guia de condução para a introdução da Filosofia no Ensino Fundamental, o que remete para o conhecimento da proposta de Matthew Lipman no Programa de Filosofia para Crianças. A proposta de Lipman visa a formação educacional dos infantes desde os primeiros anos escolares, assim, se entrecruzam os conceitos de educação e pensar numa proposta de introdução à Filosofia para Crianças, porque o filósofo acreditava que elas podiam e mereciam ter acesso a um pensamento reflexivo e, para tanto, desenvolveu uma metodologia e um currículo específico, assim como, um material didático direcionado à cada faixa etária dos alunos, tornando as suas ideias uma realidade.
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A obra EDUCAÇÃO DIGITAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS – Volume II apresenta que, a exemplo da metáfora do filósofo alemão Nietzsche, temos a possibilidade de escolher ser somente o Viajante, como aquele ou aquela que busca o conhecimento definido, pronto e acabado. Em outras palavras, é aquele ou aquela que já tem uma meta estabelecida, padronizada. Ou, irmos mais além, nos desafiarmos, a ser o Andarilho do conhecimento, aquele que nas palavras de Nietzsche: é o sem cidade, sem pátria, o andarilho é aquele que desaprendeu a amar seu povo, porque ele quer amar muitos povos. Acredito que o leitor nesta obra, poderá assumir sim, a condição do Andarilho e se permitir refletir sobre aquilo que não nos é habitual, corriqueiro ou comum. Mas, necessário, e urgente na educação digital, as práticas pedagógicas. Os autores dos capítulos se desafiaram a ser Andarilhos, e você caro ou cara leitor ou leitora, pretende ser Viajante ou Andarilho?
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