AUTORES DA OBRA
Anderson Bosco
Claudia Bianchi Progetti
Ivaldo Moreira
Jorge Luis da Hora Jesus
Luís Fernando Ferreira de Araújo
Robson A. Santos
Rodrigo Matiskei
Tereza Elisabete Imperiale
O ensino remoto, necessariamente, pela sua construção já utiliza ferramentas que estão inseridas para que o aluno não esteja somente na web, mas que permaneça conectado para sua aprendizagem. Para que assim executem tarefas e formulem seus questionamentos e sua própria visão crítica. Entendemos que ao aplicar um sistema remoto de ensino durante uma pandemia e com isso inserir alunos neste processo requer uma ampla e necessária contribuição de ambas as partes, portanto, deve-se treinar e desenvolver todos os setores da aprendizagem.
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AUTORES DA OBRA
Anderson Bosco
Claudia Bianchi Progetti
Ivaldo Moreira
Jorge Luis da Hora Jesus
Luís Fernando Ferreira de Araújo
Robson A. Santos
Rodrigo Matiskei
Tereza Elisabete Imperiale

Nomofobia. Um termo pouco conhecido, mesmo entre os adeptos do uso das tecnologias digitais, que cada vez mais parece tomar conta na nossa vida cotidiana. Caracterizada pelo uso exacerbado e dependendo das tecnologias digitais, não é difícil identificar atualmente pessoas com tal fobia. Eis o tamanho do desafio para pais, educadores e toda a sociedade. Por outro lado, não se pode ignorar o alerta da presente obra. Aquilo que pode ser uma grande ferramenta mediadora para o processo educacional pode transformar-se em impedimento da aprendizagem, na medida em que seu uso requer reflexão crítica e ética nas práticas sociais, incluindo as escolares.
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A obra EDUCAÇÃO DIGITAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS – Volume II apresenta que, a exemplo da metáfora do filósofo alemão Nietzsche, temos a possibilidade de escolher ser somente o Viajante, como aquele ou aquela que busca o conhecimento definido, pronto e acabado. Em outras palavras, é aquele ou aquela que já tem uma meta estabelecida, padronizada. Ou, irmos mais além, nos desafiarmos, a ser o Andarilho do conhecimento, aquele que nas palavras de Nietzsche: é o sem cidade, sem pátria, o andarilho é aquele que desaprendeu a amar seu povo, porque ele quer amar muitos povos. Acredito que o leitor nesta obra, poderá assumir sim, a condição do Andarilho e se permitir refletir sobre aquilo que não nos é habitual, corriqueiro ou comum. Mas, necessário, e urgente na educação digital, as práticas pedagógicas. Os autores dos capítulos se desafiaram a ser Andarilhos, e você caro ou cara leitor ou leitora, pretende ser Viajante ou Andarilho?
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A obra EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE COVID-19 é a tentativa de desenvolver uma leitura no coletivo a respeito do fenômeno da pandemia e os seus impactos nos contextos educativos. Tendo inspiração em duas narrativas do filósofo Walter Benjamim, tais narrativas se caracterizavam como histórias de marinheiros e histórias de camponeses, as primeiras histórias tratavam de feitos bizarros, grandiosos, misteriosos, quase inacreditáveis, ocorridos em lugares longínquos, sempre distantes […]. Já as histórias de camponeses, ocorriam como fatos próximos, familiares, dos nossos cotidianos. Tais tipos de narrativas nos aproximam da problemática construída nos diversos capítulos da obra, porque se propõem pensar sobre os aspectos humanos e sociais de realidades diferentes do Brasil e de outros países, e a perspectivar que tipo de sociedade desejamos ou teremos após essa pandemia do Covid19, ora isto não trata-se de histórias de marinheiros, mas sim de histórias de camponeses, pois os autores dos capítulos trazem as mais profundas preocupações e reflexões acerca da dimensão humana e do viver ético.
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O livro “Formação inicial e continuada de professores: políticas e desafios” reúne uma série de textos escritos por pesquisadores de diversas instituições de ensino superior – públicas e privadas, cujo objetivo é discutir a formação inicial e continuada de professores, a partir das políticas educacionais brasileiras que, por hora, representam um grande desafio para a melhoria da qualidade da educação básica. A formação inicial ocorre nos cursos de licenciatura em diversas áreas, mas, de acordo com os estudos aqui apresentados, por mais que as instituições de ensino superior vêm aperfeiçoando os currículos e os processos formativos, trata-se de um processo que exige continuidade ao longo da vida profissional do docente, por meio da formação continuada que ocorre em diferentes momentos e espaços.
Embora, somente a formação inicial e continuada não garantam a resolução dos problemas educacionais que existem no contexto brasileiro, muitos ações, como as apresentadas no conjunto de textos desse livro, têm feito a diferença nos processos formativos de professores e, por isso, apresenta-las, contribui para leituras e modelos de trabalho tanto para estudantes como para profissionais já graduados que buscam pelo aperfeiçoamento e outras aprendizagens para o desenvolvimento profissional, de forma a melhorar seus processos formativos, melhor compreender as políticas educacionais, assim como a importância da formação nos níveis teórico e prático.
LEIA GRÁTIS https://bit.ly/3jE1JIZ

A coletânea ENSINO DE FILOSOFIA: PESQUISAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS DIFERENTES LINGUAGENS E ESPAÇOS apresenta resultados de pesquisas e práticas pedagógicas bem como alguns fundamentos teóricos e conceituais presentes no Ensino de Filosofia no Brasil. Com a organização e publicação desta coletânea ocorre uma contribuição para o registro e a divulgação das pesquisas e práticas no Ensino de Filosofia, ao mesmo tempo que reafirma-se o compromisso, como docentes e pesquisadores, em continuar militando política e academicamente para a permanência da Filosofia como disciplina na educação básica e no ensino superior no Brasil, com a certeza de que essa permanência precisa ocorrer com qualidade filosófica e formativa para os sujeitos da aprendizagem no cotidiano escolar.
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